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O primeiro shopping center de São Paulo: o Iguatemi

Shopping Iguatemi

Shopping Iguatemi São Paulo foi o primeiro empreendimento comercial desse tipo construído no Brasil. Sua inauguração se deu em novembro de 1966 e o prédio foi erguido no terreno de uma chácara da família Matarazzo. Essa chácara ficava em um trecho da Rua Iguatemi, essa a razão do seu nome, que anos mais tarde foi transformado na Avenida Faria Lima. A ideia de construir um centro comercial dessa maneira foi de Alfredo Mathias, que vendia cotas aos interessados em churrascos promovidos no próprio canteiro de obras. Quando foi inaugurado, os consumidores paulistanos não acreditavam que esse modelo de negócio daria certo. A moda, na época, era fazer compras e andar com suas melhores roupas e jóias pelas butiques da Rua Augusta.

Dessa forma, os empresários não se empolgaram muito em investir no novo Shopping Center. A visão empreendedora da época não conseguia enxergar os consumidores caminhando até as “lojas dos fundos” de um shopping center. Mesmo enfrentando todas essas desconfianças, o negócio saiu e, no dia de sua inauguração, ocorreu um show com ícones da MPB, entre eles Chico Buarque, Nara Leão e Eliana Pittman. O evento reuniu  cerca de 5 mil visitantes curiosos para saber do que se tratava o novo empreendimento. Vale aqui uma curiosidade, de que um comerciante em especial, o cearense Diogo Gadelha, foi um dos poucos que acreditou na ideia do shopping.

Ele investiu tudo que pôde em cotas de empreendimento e chegou a deter 11% das ações do Iguatemi, atrás apenas da família Jereissati, que estão no comando desde 1978. Com o passar do tempo ele vendeu suas ações para essa família que detém, hoje, 53%  das ações do shopping. O desenho de sua construção também merece destaque. Privilegiar luz e ventilação naturais é um dos objetivos do projeto arquitetônico. Além de esteticamente interessantes, as rampas do shopping foram um meio de integrar o térreo ao 1º piso – e, assim, deixar tudo mais arejado.

O ambiente nesse espaço, cujo pé-direito no ponto mais alto chega a 18 metros, lembra o de uma rua arborizada. Nos demais andares, construídos depois, reina o ar condicionado. Além disso, logo na sua entrada, há um lindo relógio d’água que chama atenção de seus visitantes e se tornou tema de outro artigo da SP In Foco.

Fonte: Portal São Paulo em Foco

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Financiamento imobiliário fica 30% mais barato com redução na taxa de juros.

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Em um financiamento de R$ 400 mil em 360 meses, o comprador vai economizar cerca de R$ 240 mil só com a diferença na taxa de juros (Crédito: Arquivo/Agência Brasil).

O sonho da casa própria está mais acessível para os brasileiros. Com a Selic no menor patamar histórico, as taxas de juros para o financiamento imobiliário também apresentaram redução e contribuíram para que a prestação caiba no bolso de mais trabalhadores.

A plataforma imobiliária Kzas fez uma simulação com um imóvel de R$ 500 mil, com entrada de R$ 100 mil, ou seja parcelando R$ 400 mil em 360 meses. Em 2016, você pagaria uma parcela inicial de R$ 4.630,43. Agora, esse mesmo empréstimo começa com prestação de R$ 3.369,60. Vale destacar que o cálculo foi feito considerando o juro médio do mercado em cada ano.

O resultado dessa redução já pode ser sentido no aumento da liberação de crédito mesmo com a pandemia da covid-19. Segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), os financiamentos avançaram 74,7%, atingindo R$ 11,7 bilhões nos oito primeiros meses deste ano na comparação com igual período do ano passado.

E a tendência é que novas mudanças reduzam ainda mais o custo do crédito imobiliário. Recentemente, o Itaú lançou uma linha de crédito imobiliário indexada pelo rendimento da poupança com taxas partindo de 5,39%.

A novidade vale para quem quer adquirir um novo imóvel. A linha terá uma taxa de juros fixa de 3,99% ao ano e utilizará como indexador o rendimento da poupança, que acompanha a Selic.

Com isso, a taxa para os clientes que contratarem financiamentos imobiliários nesta nova linha, com os valores atuais, será de 5,39% (3,99% + 1,4%) ao ano, a menor do mercado.

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Queda de juros aquece mercado imobiliário e favorece compra de imóvel

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O setor imobiliário tem demonstrado bom fôlego e números bastante positivos diante da crise econômica provocada pela pandemia causada pelo novo coronavírus. Somente no primeiro semestre de 2020, 133.786 imóveis foram financiados por pessoas físicas, registrando um aumento de 35,2% quando comparado com o mesmo período de 2019, alcançando a maior alta dos últimos 10 anos. O levantamento é da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Além disso, durante os seis primeiros meses, o preço médio do metro quadrado no Brasil teve alta de 1,4%, segundo dados do Índice FipeZap, que acompanha os preços de imóveis anunciados em 50 cidades. Considerando apenas julho, a valorização média no país foi de 0,28%. Entre as capitais, Brasília foi a que registrou maior crescimento: 1,92%.

Esse dado é refletido em um outro muito importante para o segmento, o Índice de Velocidade de Vendas (IVV), que atua como um termômetro para avaliar a agilidade no processo de negociação de imóveis novos. Quanto maior o índice (acima de 5% é considerado bom), melhor é o cenário. Em junho, o IVV no Distrito Federal foi de 11,1%, o melhor resultado da série histórica, iniciada em 2015.

Taxa Selic

De acordo com profissionais que atuam no mercado, um dos principais motivos para o bom momento vivido pelo setor é a recente redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 2% ao ano, menor patamar da série histórica. Esse movimento está diretamente relacionado aos custos dos créditos imobiliários, já que possibilita a redução dos preços das prestações dos contratos.

Para se ter uma ideia, de janeiro a julho deste ano o Banco de Brasília (BRB) concedeu 1.935 financiamentos destinados à compra de imóveis no DF, atingindo um montante de R$ 624,8 milhões. O volume é 739,7% maior em relação ao mesmo período de 2019.

“Para o mercado imobiliário, a redução na taxa do contrato bancário tem um impacto essencial, pois, possibilita que mais pessoas tenham acesso a um financiamento”, diz Pedro Fernandes, CEO do Grupo Beiramar. Segundo ele, o movimento também é importante para quem está buscando um imóvel para investir, uma vez que outras aplicações que têm como referência a Selic se mostram pouco atrativas no atual momento. “Estamos sentindo uma valorização no preço das unidades, além de aumento nos insumos utilizados nos materiais de construção, o que acaba elevando o valor final de um empreendimento”, acrescenta.

Fernandes aponta ainda que, atualmente, Brasília conta com o menor volume de estoque de unidades novas, com aproximadamente 3.600 imóveis à venda. “Para termos uma ideia, em 2007, no auge do boom (imobiliária) na cidade, esse número era de 8 mil. Com muita demanda e pouca oferta, os preços tendem a se valorizar”, explica.

Fonte: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/queda-de-juros-aquece-mercado-imobiliario-e-favorece-compra-de-imovel

 

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Reabertura do Esporte Clube Pinheiros

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O Esporte Clube Pinheiros reabre no dia 7 de julho, das 8 às 20h, com um rigoroso protocolo de segurança e saúde para todos os associados e colaboradores.

Conforme informado, nosso planejamento de reabertura do Clube foi baseado no Plano São Paulo e foi construído de forma flexível e adaptável ao cenário de evolução dos indicadores de saúde da cidade.

Alguns tópicos e condições de uso de nossas instalações serão adequados em função da portaria da Prefeitura Municipal de São Paulo, publicada no Diário Oficial, sob o número PREF N° 683, em 27 de junho de 2020 que estabelece as diretrizes para a reabertura dos clubes.

Eventualmente, algumas condições e atividades previstas na fase 1 do Programa de Reabertura do EC Pinheiros poderão ser modificadas, como por exemplo, áreas infantis, parquinho, quadras poliesportivas, academia, piscinas e vestiários.

As áreas livres podem ser utilizadas para atividades esportivas e de recreação, desde que seguindo os protocolos estabelecidos pelos órgãos públicos e de saúde e orientações que constam nas sinalizações em todos os locais.

Durante os próximos dias, informaremos todos os detalhes de cada departamento e atividade a você associado, para seu retorno seguro ao Clube.

Fonte: https://www.ecp.org.br/reabertura-do-esporte-clube-pinheiros/

 

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Como Declarar Fundos Imobiliários?

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Como Declarar Fundos Imobiliários?

Veja 3 Dicas Para Declarar Seus FIIs

O investimento em fundos imobiliários vem se tornando cada vez mais popular entre os brasileiros. Mas você sabe como declarar fundos imobiliários ao Imposto de Renda?

Assim como todo investimento, a aplicação e os rendimentos dos FIIs também precisam ser declarados a Receita Federal. Logo, para responder essa questão e mostrar as melhores dicas sobre como declarar fundos imobiliários, preparamos esse artigo. Confira!

O que são fundos imobiliários?

Os fundos imobiliários são um tipo de investimento constituído na forma de uma condomínio fechado. São ativos negociados em bolsa de valores, assim como as ações. O investidor, ao comprar um fundo imobiliário, passa a ser um cotista do fundo. E, dessa forma, passa a ter direito a receber os proventos mensais distribuídos pelo ativo.

Por sua baixa volatilidade, recorrência de dividendos e estrutura simplificada, os FIIs são considerados uma ótima aplicação — sobretudo para aqueles que desejam iniciar no mercado de renda variável.

Afinal, as ações, embora sejam ótimos investimentos, possuem uma volatilidade que pode assustar o investidor iniciante. Já os FIIs, com a sua volatilidade reduzida, tornam-se então uma ótima alternativa para se iniciar na renda variável.

Como declarar os fundos imobiliários no IR?

Um ponto que todo investidor de FIIs deve saber é sobre a cobrança do Imposto de Renda em fundos imobiliários.

Todo ano o investidor deve declarar a sua posição de FIIs para a Receita Federal.

Além disso, é preciso declarar os rendimentos recebidos e eventuais ganhos de capital com a venda de ativos.

Com isso, a Receita Federal cruza os dados declarados pelos contribuintes com as informações recebidas pelas instituições recolhedora de impostos. Assim, é necessário muito cuidado ao declarar os seus FIIs para não conter nenhuma inconsistência e você não correr o risco de cair na malha fina.

Por isso, é muito importante que você saiba a forma correte de como declarar FIIs no seu imposto de renda. Ao longo deste texto será descrito os principais pontos para você se ater ao realizar a sua declaração de imposto de renda.

3 passos simples para declarar seus fundos imobiliários

Antes de tudo, o investidor deve baixar o programa da receita federal para declaração de IR.

Com isso feito, o investidor de fundos imobiliários precisa prestar atenção nas 3 principais etapas da sua declaração. São elas:

  • Declaração dos rendimentos recebidos;
  • Declaração da posição em FIIs;
  • Declaração de ganho de capital.
  • Confira a abaixo uma explica cada uma dessas declarações.

1. Declarando os proventos recebidos

A motivação de muitas pessoas para começar a investir em FIIs é justamente o recebimento de proventos recorrentes. O imposto de renda em fundos imobiliários sobre os proventos atualmente conta com isenção fiscal.

Ou seja, não é necessário pagar nenhum imposto sobre os dividendos recebidos. Esta é, inclusive, um dos grandes atrativos de se investir nesta modalidade de investimento.

No entanto, ainda é necessário declarar esses rendimentos para a receita. Mesmo eles não sendo passíveis de tributação. Para declarar os proventos você deve selecionar a coluna da esquerda “Rendimentos isentos e não tributáveis”.

Então você deve ter em mãos para poder inserir os seguintes dados:

  • CNPJ do fundo;
  • Nome do fundo;
  • Valor do provento.
  • O valor do dividendo pode ser consultado através do extrato da sua corretora. Ou ainda pode ser utilizado o CEI, da B3. Lembre-se que você precisa declarar cada distribuição de provento. Não é possível somar todas as distribuições e fazer apenas um lançamento.

2. Declaração da posição

Além dos proventos recebidos é necessário declarar a sua posição em FIIs ao final do ano de referência.

Por exemplo, você se você estiver fazendo a sua declaração de IR referente ao ano de 2018, deve constar as suas posições do dia 31/12/2018.

Para declarar as suas cotas você deve selecionar a coluna “Bens e Direitos”.

Então, você deve selecionar o código 73. Este é o código para o fundo de investimento imobiliário. Então, na seção discriminação, você deve declarar os seguintes dados:

  • Número de cotas;
  • Nome do fundo;
  • CNPJ do fundo;
  • Corretora de valores;
  • Valor total da posição.
  • No campo “situação em” você deve inserir o custo total das aquisições de suas cotas.

Para isso, você pode utilizar o seu custo médio por cota, geralmente fornecido pela corretora, e multiplicar pelo número total de cotas.

Caso você não tenha adquirido novas cotas em um determinado ano você pode optar por repetir a informação. Afinal, o seu custo não terá se alterado.

Você deve repetir este procedimento para cada fundo imobiliários que você possuir posição.

3. Declarando ganho de capital

O terceiro passo de como declarar FIIs é você informar sobre um eventual ganho de capital.

O imposto de renda em fundos imobiliários, para ganho de capital, cobra uma alíquota de 20% sobre o lucro.

Para calcular o lucro de uma operação de fundo imobiliário você deve subtrair do valor total da venda o seu custo de aquisição e os custos operacionais, tais como a taxa de corretagem. A fórmula é a seguinte:

Lucro = Valor da venda – Custo de aquisição – Custos operacionais
Você, então, deve multiplicar o lucro da operação por 0,20. Pois, dessa forma, você terá os 20% que deverão ser pagos como impostos de renda.

Para que esse conceito fique mais claro convém apresentar um exemplo.

Suponha que você tenha vendido as suas cotas de um fundo pelo valor total de R$ 1.220. E que essas cotas foram adquiridas pelo preço total de R$ 1.000.

Além disso, você teve custos operacionais de R$ 10. Tanto no momento da compra quanto no momento da venda. Sendo assim, o seu custo operacional total foi de R$ 20. Logo, o seu lucro será:

Lucro = R$ 1.220 – R$ 1.000 – R$ 20
Totalizando, portanto, R$ 200.

20% de R$ 200 é R$ 40. Para obter este cálculo basta multiplicar os R$ 200 por o,20.

Então R$ 40 é o saldo que você deve de IR.

Lembre-se que o IR para ganho de capital em fundo imobiliário deve ser recolhido mensalmente. O pagamento é feito através do DARF da receita federal.

E, além disso, você deve declarar o ganho na declaração anual.

Você também deve declarar operações com prejuízos financeiros. Pois, ao fazer isto, você estará obtendo créditos tributários. Você pode, no futuro, utilizar um prejuízo para abater o seu saldo a pagar de imposto de renda em um posterior lucro.

Esses créditos, inclusive, não possuem prazo de expiração.

Esta é mais uma vantagem tributária de se operar no mercado de FIIs.

Na declaração anual você deve inserir os ganhos na seção “renda variável”. E então, você deve escolher a seção “operação com fundos imobiliários”

Você então deve inserir o resultado de suas operações mês a mês.

Fonte: SunoreSearch

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Como fazer uma mudança organizada

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Encaixotar tudo e levar para o novo imóvel não é tarefa fácil e exige paciência, mas é possível fazer uma mudança organizada gastando menos tempo e dinheiro.

Quem já precisou fazer uma mudança de casa sabe o quanto a tarefa exige muita paciência e também organização. O trabalho começa antes mesmo do dia de levar tudo para o novo imóvel e esse processo que antecede a mudança em si é fundamental para que tudo ocorra da melhor forma possível. Este é um momento oportuno para praticar o desapego e levar apenas o necessário. Além disso, é imprescindível ter o máximo de cuidado para não perder ou quebrar nada e também para que se gaste o menor tempo possível entre sair de uma casa e chegar na outra com todos os objetos e móveis. Ter um cronograma de tarefas e cumpri-lo à risca é importante para não perder o prazo e acabar tendo um gasto maior. Todos os detalhes podem fazer a diferença e saiba como fazer a mudança de forma organizada, economizando dinheiro e tempo.

Um ponto importante a ser levado em consideração é não deixar para começar a organizar a mudança em cima da hora. Ter um prazo maior pode fazer com que a organização seja mais bem feita e facilite o processo. Juntar uma quantidade boa de caixas, que podem ser encontradas em supermercados, é o pontapé inicial. “Empacotar tudo com antecedência, antes do prazo final para a mudança, é melhor para não se atrapalhar e acabar esquecendo alguma coisa durante o proceso”, afirma a arquiteta Julyana Alecrim, do escritório Alecrim Arquitetura.

Além disso, o planejamento pode ser importante principalmente quando se tem prazos, seja para entregar o apartamento antigo ou por motivos de trabalho. “O cronograma também é fundamental para agendar e controlar os fornecedores, mas tenha em mente que imprevistos acontecem e que algum dos fornecedores pode não cumprir o prazo”, diz Camila Teixeira, personal organizer e proprietária da Organizze Consultoria.

Desapego 

Já que você vai precisar mexer e organizar tudo que está dentro da sua casa, aproveite o momento para verificar o que está sendo usado, o que precisa de conserto, o que pode ser doado e o que pode ser descartado, por estar muito velho ou quebrado a ponto de não ter mais conserto. “É essencial praticar esse desapego antes de se mudar e esse é o momento perfeito. Quanto menos coisas tiver, menos trabalhosa será a mudança”, garante Camila Teixeira.

Nas caixas

A melhor forma de separar os itens é por ambiente para ter um controle maior tanto na hora de encaixotar quanto de desempacotar. “Uma boa dica é numerar os ambientes e as caixas, assim você vai saber para qual ambiente cada caixa se destina e é bem mais simples do que tentar descrever na própria caixa todos os itens que estão ali contidas”, explica a personal organizer. E tenha cuidado para não misturar os objetos. “Algumas caixas caberão mais itens, mas tente não misturar os objetos de ambientes diferentes na mesma caixa, mesmo que sobre espaço. Se precisar completar com algo, coloque apenas travesseiros e almofadas”, diz. Além disso, dê preferência para caixas menores. “Elas ficam menos pesadas e são mais fáceis de transportar”, completa.

Critérios

Na hora de embalar, é preciso estabelecer critérios para que tudo chegue intacto no novo imóvel. “Os critérios vão se afunilando. O primeiro é por ambiente e depois por itens. Você não deve misturar objetos delicados que podem quebrar com facilidade com outros itens”, aconselha Camila. Se a escolha for fazer a mudança com uma transportadora, procure saber se ela fornece caixas específicas incluídas no valor do serviço. “Quando se contrata transportadoras, a maioria delas oferece caixas específicas para taças e louçarias, itens bem delicados. Há também caixas que têm encaixe para cabides, desta forma o tempo de empacotar e desempacotar o vestuário é otimizado”.

Todo cuidado

Uma das questões básicas de uma mudança é embalar bem os objetos e ter muito cuidado com os objetos frágeis. Caso não tenha sido contratada uma transportadora e você mesmo vá embalar os itens, é preciso ter atenção. “Use jornal ou plástico bolha para envolver os objetos de vidro. E também não deixe espaço sobrando nas caixas para que eles não fiquem balançando e acabem se quebrando pelo contato entre eles. Complete os espaços vazios com jornais para evitar o atrito”, diz a arquiteta Julyana Alecrim. “No caso dos talheres, você pode deixá-los dentro do próprio porta-talher e embalar a caixa com papel ou papel contato”, acrescenta.

Objetos de valor

Se você tem algum objeto de valor para ser transportado, tenha atenção redobrada com ele. Leve todos os documentos em uma pasta, bolsa ou mala de mão. “Jamais deixe a cargo de outra pessoa ou de uma transportadora os itens de valor, como joias, documentos e objetos de valor sentimental muito grande. O que dá para você próprio transportar, leve com você. Joias são fáceis porque você pode colocá-las em uma bolsa de mão e nunca deixar que elas saiam do seu lado”, diz a personal organizer.

Kit de sobrevivência

Como a maioria de seus objetos, roupas e itens da casa estarão empacotados por um tempo até que a mudança seja concluída e tudo organizado no novo imóvel, ter em mãos um kit de sobrevivência pode facilitar a vida nos dias de transtorno com a mudança. “Faça uma mala com itens pessoais para cada morador, como algumas roupas, itens de higiene pessoal e carregadores de celular”, sugere Camila Teixeira.

Informações na mão

Ter tudo anotado é uma das dicas que pode fazer com que você tenha controle de todo o processo de mudança. “Tenha um caderninho com anotações referentes a mudança e prestadores de serviço para ter tudo sob controle”, detalha a personal organizer. Além disso, se não é você que vai receber a mudança no novo imóvel, tenha ainda uma lista com as caixas e o que elas estão transportando. “Quando o morador não pode receber essa mudança e encarrega outra pessoa de fazer isso, é bem importante que ele tenha tudo anotado. Só assim quem não participou do empacotamento pode controlar a entrega das caixas”, completa.

Como encaixotar de forma correta:

  • Não sobrecarregue as caixas com muito peso para que elas não se abram durante a mudança;
  • Ao finalizar a caixa, lacre bem com fita adesiva não apenas a parte de cima. Reforce também as laterais e a parte de baixo;
  • Identifique as caixas com etiquetas e escreva o que tem dentro de cada uma delas;
  • Embale louças com jornal para evitar o atrito entre elas e não deixar que elas se quebrem;
  • Objetos frágeis devem ser envolvidos em papel bolha ou até mesmo em toalhas;
  • Preencha os espaços vazios para evitar que os objetos fiquem batendo dentro da caixa;
  • Malas são bem-vindas para o transporte de roupas;
  • Embale os eletrônicos, já que eles podem quebrar, danificar ou sofrer arranhões.

Fonte: ZAP em Casa