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O primeiro shopping center de São Paulo: o Iguatemi

Shopping Iguatemi

Shopping Iguatemi São Paulo foi o primeiro empreendimento comercial desse tipo construído no Brasil. Sua inauguração se deu em novembro de 1966 e o prédio foi erguido no terreno de uma chácara da família Matarazzo. Essa chácara ficava em um trecho da Rua Iguatemi, essa a razão do seu nome, que anos mais tarde foi transformado na Avenida Faria Lima. A ideia de construir um centro comercial dessa maneira foi de Alfredo Mathias, que vendia cotas aos interessados em churrascos promovidos no próprio canteiro de obras. Quando foi inaugurado, os consumidores paulistanos não acreditavam que esse modelo de negócio daria certo. A moda, na época, era fazer compras e andar com suas melhores roupas e jóias pelas butiques da Rua Augusta.

Dessa forma, os empresários não se empolgaram muito em investir no novo Shopping Center. A visão empreendedora da época não conseguia enxergar os consumidores caminhando até as “lojas dos fundos” de um shopping center. Mesmo enfrentando todas essas desconfianças, o negócio saiu e, no dia de sua inauguração, ocorreu um show com ícones da MPB, entre eles Chico Buarque, Nara Leão e Eliana Pittman. O evento reuniu  cerca de 5 mil visitantes curiosos para saber do que se tratava o novo empreendimento. Vale aqui uma curiosidade, de que um comerciante em especial, o cearense Diogo Gadelha, foi um dos poucos que acreditou na ideia do shopping.

Ele investiu tudo que pôde em cotas de empreendimento e chegou a deter 11% das ações do Iguatemi, atrás apenas da família Jereissati, que estão no comando desde 1978. Com o passar do tempo ele vendeu suas ações para essa família que detém, hoje, 53%  das ações do shopping. O desenho de sua construção também merece destaque. Privilegiar luz e ventilação naturais é um dos objetivos do projeto arquitetônico. Além de esteticamente interessantes, as rampas do shopping foram um meio de integrar o térreo ao 1º piso – e, assim, deixar tudo mais arejado.

O ambiente nesse espaço, cujo pé-direito no ponto mais alto chega a 18 metros, lembra o de uma rua arborizada. Nos demais andares, construídos depois, reina o ar condicionado. Além disso, logo na sua entrada, há um lindo relógio d’água que chama atenção de seus visitantes e se tornou tema de outro artigo da SP In Foco.

Fonte: Portal São Paulo em Foco

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Financiamento imobiliário fica 30% mais barato com redução na taxa de juros.

financiamento-crédito-imobiliário

Em um financiamento de R$ 400 mil em 360 meses, o comprador vai economizar cerca de R$ 240 mil só com a diferença na taxa de juros (Crédito: Arquivo/Agência Brasil).

O sonho da casa própria está mais acessível para os brasileiros. Com a Selic no menor patamar histórico, as taxas de juros para o financiamento imobiliário também apresentaram redução e contribuíram para que a prestação caiba no bolso de mais trabalhadores.

A plataforma imobiliária Kzas fez uma simulação com um imóvel de R$ 500 mil, com entrada de R$ 100 mil, ou seja parcelando R$ 400 mil em 360 meses. Em 2016, você pagaria uma parcela inicial de R$ 4.630,43. Agora, esse mesmo empréstimo começa com prestação de R$ 3.369,60. Vale destacar que o cálculo foi feito considerando o juro médio do mercado em cada ano.

O resultado dessa redução já pode ser sentido no aumento da liberação de crédito mesmo com a pandemia da covid-19. Segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), os financiamentos avançaram 74,7%, atingindo R$ 11,7 bilhões nos oito primeiros meses deste ano na comparação com igual período do ano passado.

E a tendência é que novas mudanças reduzam ainda mais o custo do crédito imobiliário. Recentemente, o Itaú lançou uma linha de crédito imobiliário indexada pelo rendimento da poupança com taxas partindo de 5,39%.

A novidade vale para quem quer adquirir um novo imóvel. A linha terá uma taxa de juros fixa de 3,99% ao ano e utilizará como indexador o rendimento da poupança, que acompanha a Selic.

Com isso, a taxa para os clientes que contratarem financiamentos imobiliários nesta nova linha, com os valores atuais, será de 5,39% (3,99% + 1,4%) ao ano, a menor do mercado.

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Queda de juros aquece mercado imobiliário e favorece compra de imóvel

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O setor imobiliário tem demonstrado bom fôlego e números bastante positivos diante da crise econômica provocada pela pandemia causada pelo novo coronavírus. Somente no primeiro semestre de 2020, 133.786 imóveis foram financiados por pessoas físicas, registrando um aumento de 35,2% quando comparado com o mesmo período de 2019, alcançando a maior alta dos últimos 10 anos. O levantamento é da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Além disso, durante os seis primeiros meses, o preço médio do metro quadrado no Brasil teve alta de 1,4%, segundo dados do Índice FipeZap, que acompanha os preços de imóveis anunciados em 50 cidades. Considerando apenas julho, a valorização média no país foi de 0,28%. Entre as capitais, Brasília foi a que registrou maior crescimento: 1,92%.

Esse dado é refletido em um outro muito importante para o segmento, o Índice de Velocidade de Vendas (IVV), que atua como um termômetro para avaliar a agilidade no processo de negociação de imóveis novos. Quanto maior o índice (acima de 5% é considerado bom), melhor é o cenário. Em junho, o IVV no Distrito Federal foi de 11,1%, o melhor resultado da série histórica, iniciada em 2015.

Taxa Selic

De acordo com profissionais que atuam no mercado, um dos principais motivos para o bom momento vivido pelo setor é a recente redução da taxa básica de juros da economia, a Selic, que está em 2% ao ano, menor patamar da série histórica. Esse movimento está diretamente relacionado aos custos dos créditos imobiliários, já que possibilita a redução dos preços das prestações dos contratos.

Para se ter uma ideia, de janeiro a julho deste ano o Banco de Brasília (BRB) concedeu 1.935 financiamentos destinados à compra de imóveis no DF, atingindo um montante de R$ 624,8 milhões. O volume é 739,7% maior em relação ao mesmo período de 2019.

“Para o mercado imobiliário, a redução na taxa do contrato bancário tem um impacto essencial, pois, possibilita que mais pessoas tenham acesso a um financiamento”, diz Pedro Fernandes, CEO do Grupo Beiramar. Segundo ele, o movimento também é importante para quem está buscando um imóvel para investir, uma vez que outras aplicações que têm como referência a Selic se mostram pouco atrativas no atual momento. “Estamos sentindo uma valorização no preço das unidades, além de aumento nos insumos utilizados nos materiais de construção, o que acaba elevando o valor final de um empreendimento”, acrescenta.

Fernandes aponta ainda que, atualmente, Brasília conta com o menor volume de estoque de unidades novas, com aproximadamente 3.600 imóveis à venda. “Para termos uma ideia, em 2007, no auge do boom (imobiliária) na cidade, esse número era de 8 mil. Com muita demanda e pouca oferta, os preços tendem a se valorizar”, explica.

Fonte: https://www.metropoles.com/conteudo-especial/queda-de-juros-aquece-mercado-imobiliario-e-favorece-compra-de-imovel

 

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Reabertura do Esporte Clube Pinheiros

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O Esporte Clube Pinheiros reabre no dia 7 de julho, das 8 às 20h, com um rigoroso protocolo de segurança e saúde para todos os associados e colaboradores.

Conforme informado, nosso planejamento de reabertura do Clube foi baseado no Plano São Paulo e foi construído de forma flexível e adaptável ao cenário de evolução dos indicadores de saúde da cidade.

Alguns tópicos e condições de uso de nossas instalações serão adequados em função da portaria da Prefeitura Municipal de São Paulo, publicada no Diário Oficial, sob o número PREF N° 683, em 27 de junho de 2020 que estabelece as diretrizes para a reabertura dos clubes.

Eventualmente, algumas condições e atividades previstas na fase 1 do Programa de Reabertura do EC Pinheiros poderão ser modificadas, como por exemplo, áreas infantis, parquinho, quadras poliesportivas, academia, piscinas e vestiários.

As áreas livres podem ser utilizadas para atividades esportivas e de recreação, desde que seguindo os protocolos estabelecidos pelos órgãos públicos e de saúde e orientações que constam nas sinalizações em todos os locais.

Durante os próximos dias, informaremos todos os detalhes de cada departamento e atividade a você associado, para seu retorno seguro ao Clube.

Fonte: https://www.ecp.org.br/reabertura-do-esporte-clube-pinheiros/

 

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Como Declarar Fundos Imobiliários?

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Como Declarar Fundos Imobiliários?

Veja 3 Dicas Para Declarar Seus FIIs

O investimento em fundos imobiliários vem se tornando cada vez mais popular entre os brasileiros. Mas você sabe como declarar fundos imobiliários ao Imposto de Renda?

Assim como todo investimento, a aplicação e os rendimentos dos FIIs também precisam ser declarados a Receita Federal. Logo, para responder essa questão e mostrar as melhores dicas sobre como declarar fundos imobiliários, preparamos esse artigo. Confira!

O que são fundos imobiliários?

Os fundos imobiliários são um tipo de investimento constituído na forma de uma condomínio fechado. São ativos negociados em bolsa de valores, assim como as ações. O investidor, ao comprar um fundo imobiliário, passa a ser um cotista do fundo. E, dessa forma, passa a ter direito a receber os proventos mensais distribuídos pelo ativo.

Por sua baixa volatilidade, recorrência de dividendos e estrutura simplificada, os FIIs são considerados uma ótima aplicação — sobretudo para aqueles que desejam iniciar no mercado de renda variável.

Afinal, as ações, embora sejam ótimos investimentos, possuem uma volatilidade que pode assustar o investidor iniciante. Já os FIIs, com a sua volatilidade reduzida, tornam-se então uma ótima alternativa para se iniciar na renda variável.

Como declarar os fundos imobiliários no IR?

Um ponto que todo investidor de FIIs deve saber é sobre a cobrança do Imposto de Renda em fundos imobiliários.

Todo ano o investidor deve declarar a sua posição de FIIs para a Receita Federal.

Além disso, é preciso declarar os rendimentos recebidos e eventuais ganhos de capital com a venda de ativos.

Com isso, a Receita Federal cruza os dados declarados pelos contribuintes com as informações recebidas pelas instituições recolhedora de impostos. Assim, é necessário muito cuidado ao declarar os seus FIIs para não conter nenhuma inconsistência e você não correr o risco de cair na malha fina.

Por isso, é muito importante que você saiba a forma correte de como declarar FIIs no seu imposto de renda. Ao longo deste texto será descrito os principais pontos para você se ater ao realizar a sua declaração de imposto de renda.

3 passos simples para declarar seus fundos imobiliários

Antes de tudo, o investidor deve baixar o programa da receita federal para declaração de IR.

Com isso feito, o investidor de fundos imobiliários precisa prestar atenção nas 3 principais etapas da sua declaração. São elas:

  • Declaração dos rendimentos recebidos;
  • Declaração da posição em FIIs;
  • Declaração de ganho de capital.
  • Confira a abaixo uma explica cada uma dessas declarações.

1. Declarando os proventos recebidos

A motivação de muitas pessoas para começar a investir em FIIs é justamente o recebimento de proventos recorrentes. O imposto de renda em fundos imobiliários sobre os proventos atualmente conta com isenção fiscal.

Ou seja, não é necessário pagar nenhum imposto sobre os dividendos recebidos. Esta é, inclusive, um dos grandes atrativos de se investir nesta modalidade de investimento.

No entanto, ainda é necessário declarar esses rendimentos para a receita. Mesmo eles não sendo passíveis de tributação. Para declarar os proventos você deve selecionar a coluna da esquerda “Rendimentos isentos e não tributáveis”.

Então você deve ter em mãos para poder inserir os seguintes dados:

  • CNPJ do fundo;
  • Nome do fundo;
  • Valor do provento.
  • O valor do dividendo pode ser consultado através do extrato da sua corretora. Ou ainda pode ser utilizado o CEI, da B3. Lembre-se que você precisa declarar cada distribuição de provento. Não é possível somar todas as distribuições e fazer apenas um lançamento.

2. Declaração da posição

Além dos proventos recebidos é necessário declarar a sua posição em FIIs ao final do ano de referência.

Por exemplo, você se você estiver fazendo a sua declaração de IR referente ao ano de 2018, deve constar as suas posições do dia 31/12/2018.

Para declarar as suas cotas você deve selecionar a coluna “Bens e Direitos”.

Então, você deve selecionar o código 73. Este é o código para o fundo de investimento imobiliário. Então, na seção discriminação, você deve declarar os seguintes dados:

  • Número de cotas;
  • Nome do fundo;
  • CNPJ do fundo;
  • Corretora de valores;
  • Valor total da posição.
  • No campo “situação em” você deve inserir o custo total das aquisições de suas cotas.

Para isso, você pode utilizar o seu custo médio por cota, geralmente fornecido pela corretora, e multiplicar pelo número total de cotas.

Caso você não tenha adquirido novas cotas em um determinado ano você pode optar por repetir a informação. Afinal, o seu custo não terá se alterado.

Você deve repetir este procedimento para cada fundo imobiliários que você possuir posição.

3. Declarando ganho de capital

O terceiro passo de como declarar FIIs é você informar sobre um eventual ganho de capital.

O imposto de renda em fundos imobiliários, para ganho de capital, cobra uma alíquota de 20% sobre o lucro.

Para calcular o lucro de uma operação de fundo imobiliário você deve subtrair do valor total da venda o seu custo de aquisição e os custos operacionais, tais como a taxa de corretagem. A fórmula é a seguinte:

Lucro = Valor da venda – Custo de aquisição – Custos operacionais
Você, então, deve multiplicar o lucro da operação por 0,20. Pois, dessa forma, você terá os 20% que deverão ser pagos como impostos de renda.

Para que esse conceito fique mais claro convém apresentar um exemplo.

Suponha que você tenha vendido as suas cotas de um fundo pelo valor total de R$ 1.220. E que essas cotas foram adquiridas pelo preço total de R$ 1.000.

Além disso, você teve custos operacionais de R$ 10. Tanto no momento da compra quanto no momento da venda. Sendo assim, o seu custo operacional total foi de R$ 20. Logo, o seu lucro será:

Lucro = R$ 1.220 – R$ 1.000 – R$ 20
Totalizando, portanto, R$ 200.

20% de R$ 200 é R$ 40. Para obter este cálculo basta multiplicar os R$ 200 por o,20.

Então R$ 40 é o saldo que você deve de IR.

Lembre-se que o IR para ganho de capital em fundo imobiliário deve ser recolhido mensalmente. O pagamento é feito através do DARF da receita federal.

E, além disso, você deve declarar o ganho na declaração anual.

Você também deve declarar operações com prejuízos financeiros. Pois, ao fazer isto, você estará obtendo créditos tributários. Você pode, no futuro, utilizar um prejuízo para abater o seu saldo a pagar de imposto de renda em um posterior lucro.

Esses créditos, inclusive, não possuem prazo de expiração.

Esta é mais uma vantagem tributária de se operar no mercado de FIIs.

Na declaração anual você deve inserir os ganhos na seção “renda variável”. E então, você deve escolher a seção “operação com fundos imobiliários”

Você então deve inserir o resultado de suas operações mês a mês.

Fonte: SunoreSearch

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Gastronomia na Haddock Lobo – Jardim Paulistano

Gastronomia boa é certamente uma das qualidades mais gostosas da cidade de São Paulo, por aqui, se acha de tudo mesmo, e algumas ruas são sinônimos de alta gastronomia, daquela certeza de encontrar pratos incríveis para todos os gostos.

Há quem os chame de corredores gastronômicos, outros passam por ali e nem notam a variedade de boas opções, há quem deseje provar todos os restaurantes, enquanto outros se apegam há um deles e não conseguem trocar, nem para só experimentar.

São Paulo é assim, tem opção para todo mundo, para todo tipo de paladar e todos os desejos, é diverso, interessante e intenso, basta escolher o seu canto preferido, ou sair por aí experimentando, vivendo essas experiências gastronômicas deliciosas.

A Rua Haddock Lobo que tem restaurantes e bares que vão muito além do famoso, há opções para quem deseja impressionar, altíssima gastronomia mesmo, certeza de qualidade e de experiências marcantes.


A Figueira Rubaiyat

A começar pelo Figueira Rubaiyat que tem sempre muita gente e é certeza de uma das melhores coisas que já comemos na vida,

Bistrô Paris 6

Há também outras opções como o Amadeus que apresenta muitas receitas a base de peixes e frutos do mar, ou, o Arábia especializado em gastronomia libanesa, ou então, para quem desejar, o super badalado Paris 6, atualmente um dos mais procurados restaurantes de São Paulo.

Bistrô Paris 6

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3 padarias deliciosas dos Jardins

Padoca do Maní

Para quem se preocupa com os ingredientes, no Maní o lema é, não há boa comida sem bons ingredientes, e não há bom ingrediente, sem bom produtor. Por isso, os fornecedores são selecionados, os produtos de alta qualidade, e tudo que é possível, é orgânico. (tem um artigo completo soabre ela aqui)

Serviço:
Endereço: Rua Joaquim Antunes, 138
Telefone: 11 2579-2410
site: Manimanioca

Padaria da Esquina

Não somente uma padaria de um português, como tantas outras que temos por todos os cantos da cidade, e do país todo, uma padaria portuguesa, dessas autênticas. Tão autêntica, que não encontramos o famoso e tradicionalíssimo por aqui, pão francês.

Serviço:
Endereço: Alameda Campinas, 1630 – Jardim Paulista
Telefone: 11 2387-0149
Site: Padariadaesquina

Santo Pão

Situada na região oeste da capital paulista, oferece pães que levam azeite na massa, sem conservantes, servindo, também, quiches e tortas salgadas de diferentes sabores. Entre os doces, destaque o brownie de chocolate, além dos bombons de fabricação própria.

Serviço:
Endereço: Rua Padre João Manuel, 968, Jardins
Telefone (11) 2309-5594
site: ww.santopao.com.br

 

 

 

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BB anuncia crédito imobiliário mais barato para prazos menores

Taxa de juro mais baixa será de 7,99%, oferecida a clientes que financiarem seus imóveis em até 60 meses

O Banco do Brasil anunciou que cobrará juros mais baixos em financiamento imobiliário de clientes que contratarem o crédito a prazos mais curtos. Tradicionalmente, o financiamento é de 30 anos, podendo chegar a 35 em algumas instituições financeiras.

O banco público anunciou a nova tabela nesta terça-feira (20), mesmo dia em que a Caixa, também controlada pelo governo, detalhou o financiamento imobiliário corrigido pela inflação.

 

          Prazo                   Taxa de juro em % ao ano TR

       Até 60 meses                             7,99

      De 61 a 118 meses                    8,05

      De 119 a 178 meses                  8,1

      De 179 a 238 meses                 8,15

      De 239 a 298 meses                 8,24

      De 299 a 358 meses                8,29

      De 359 a 418 meses                8,45

 

No BB, a taxa de juro mais baixa será de 7,99%, oferecida a clientes que financiarem seus imóveis em até 60 meses (cinco anos). Essa taxa é a mesma do Santander, que financia em 35 anos os seus clientes.

No banco público, o percentual de juros aumenta progressivamente conforme o prazo do crédito, que se estende também até 35 anos. Nesse caso, porém, o juro é de 8,45% ano ano.

Os juros da casa própria estão em queda na esteira da redução da Selic, que está em 6% ao ano e pode terminar 2019 a 5%, segundo projeções de economistas.

Também ajuda na queda o maior interesse dos bancos em oferecer empréstimos nessa linha, considerada mais segura. Como há o imóvel em garantia, o risco de calote é menor.

 

Fonte: Folha

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Vendas do mercado imobiliário sobem 16% no trimestre

Número de lançamentos subiu 11,8% e atingiu 30.607 uO mercado imobiliário nacional apresentou aumento dos lançamentos e das vendas no segundo trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período de 2018, com redução do estoque de imóveis residenciais novos, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 26, pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Os lançamentos de imóveis no país cresceram 11,8% e atingiram 30.607 unidades. Por sua vez, as vendas de imóveis subiram 16,0% chegando a 32.813 unidades.

Com mais vendas do que lançamentos, o estoque (que considera imóveis na planta, em obras e recém-construídos) recuou 8,7%, atingindo 111.055 unidades. Com essa velocidade de vendas, seriam precisos 11,1 meses para escoar esse estoque. Um ano antes, eram necessários 13,1 meses.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, avaliou que as Regiões Sudeste e Centro-Oeste estão puxando o crescimento do mercado imobiliário no Brasil.

No Sudeste, disse ele, a melhora se deve à economia mais pujante do que em outros Estados, especialmente em São Paulo. Já no Centro-Oeste, a economia local é movimentada pelo agronegócio. “O mercado imobiliário continua se recuperando”, afirmou.

Martins observou também que o preço dos imóveis, na média, apresentou uma alta real em torno de 8% acima da inflação desde o início de 2017, quando a pesquisa começou a ser feita. “O preço do metro já passa a ser importante”, frisou.

No acumulado do primeiro semestre de 2019 frente ao mesmo intervalo de 2018, os lançamentos subiram 15,4%, para 46.215 unidades, e as vendas aumentaram 12,1%, para 59.521 unidades.

 

Projeções

A CBIC reiterou a expectativa de um crescimento na ordem de 10% e 15% nos lançamentos e vendas de imóveis em 2019 frente a 2018, considerando os projetos financiados por meio de recursos originados na caderneta de poupança, e estabilidade nos negócios para projetos envolvendo recursos originados do FGTS, cujo orçamento caiu.

O presidente da CBIC avaliou que o mercado está em recuperação, ainda que algumas praças estejam mais aquecidas do que outras.

 

Nova linha de crédito

Em relação à nova linha de crédito imobiliário indexada ao IPCA, ele disse esperar que o impacto seja pequeno no curto prazo. “Deve ter um impacto imediato nas vendas, mas não uma significância tão grande”, afirmou.

Martins observou que os financiamentos da nova linha devem somar cerca de R$ 10 bilhões, o equivalente a cerca de 10% dos financiamentos já previstos no ano.

 

Fonte: Exame

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É possível investir no mercado imobiliário com apenas 100 reais

Saiba como aplicar em cotas de empresas de construção, venda e locação de imóveis residenciais e comerciais de forma rápida e simples

Existe uma forma de investir no mercado imobiliário sem precisar construir, reformar, alugar ou vender imóveis. Com valores partindo de apenas 100 reais, o investidor pode se tornar sócio de um hospital, um shopping, um prédio de escritórios comerciais ou uma rede de condomínios.

Eis o fundo imobiliário, um investimento de renda variável com rendimentos ligados ao mercado de construção, venda e locação de empreendimentos, ou, como explica a educadora financeira Mirna Borges, criadora do canal EconoMirna e parceira de conteúdo do banco BTG Pactual digital, “é um condomínio fechado do qual o investidor compra cotas de participação e as negocia por meio da Bolsa de Valores”.

O rendimento, portanto, pode vir de duas formas: com os dividendos e com a valorização das cotas, os chamados FIIs, Fundos de Investimentos Imobiliários. Tudo isso sem arcar com os custos da construção e do gerenciamento dos empreendimentos.

O baixo valor mínimo para investir faz dos FIIs uma opção muito acessível. Uma das vantagens desse investimento, diz Mirna, é a obrigatoriedade de transferir 95% do lucro líquido ao mês. Outro diferencial é a liquidez. “Muitos desses fundos são bem negociados na Bolsa, então o investidor não vai ter dificuldade para vender suas cotas”, afirma.

E mais: os dividendos são isentos do imposto de renda se o cotista beneficiado tiver menos de 10% das cotas do fundo, se o fundo tiver no mínimo 50 cotistas e se as cotas forem negociadas exclusivamente em Bolsas de Valores. “Esse é o caso da maior parte dos investidores”, conta ela.

Além disso, esse é um produto fácil de administrar: basta fazer um cadastro em uma corretora e começar a operar utilizando o home broker – no caso do BTG Pactual digital, o acesso é online e gratuito. O investidor apenas paga taxas pelos serviços efetivamente utilizados.

 

Escolha com cuidado

Como todo investimento em renda variável, os FIIs apresentam maiores rendimentos, e também maiores riscos. O mercado imobiliário pode oscilar, assim como as condições da economia. Se a obra não vender como esperado ou os locatários deixarem o local, o rendimento tende a cair. “Os fundos podem se valorizar ou se desvalorizar”, afirma a educadora financeira. Para reduzir os riscos e aumentar as chances de lucrar, diz ela, é importante estudar o mercado e comparar diferentes opções.

“Para diluir os riscos, é interessante escolher um fundo que seja, de preferência, multi-imóvel, multi-inquilino e multirregiões”, explica Mirna. Ou seja: quanto mais imóveis, alugados para mais pessoas, na maior variedade possível de regiões, menores os riscos. “Assim você sofre muito menos impacto quando há desocupação de alguma sala do que se fosse um único imóvel, alugado por um único inquilino.” Analisar o passado do fundo e, principalmente, seu comportamento durante a recente crise no mercado imobiliário também ajuda a decidir.

Opção interessante

Feita a escolha do fundo, não é necessário acompanhar a oscilação diária. Mas o investidor deve ficar atento aos relatórios, mensais e trimestrais, para avaliar a situação da companhia. E acompanhar o valor pago pelo fundo, comparando o quanto os imóveis valem de fato e como estão os índices de vacância e de inadimplência. Para ajudar, o BTG Pactual digital fornece uma interface amigável e a expertise de assessores de investimento para tirar dúvidas.

Os FIIs existem no Brasil há 26 anos – foi regulamentado por lei em 1993. Recentemente, eles passaram a atrair maior atenção dos investidores. Por quê? “Quando a taxa Selic é alta, os investimentos de renda fixa são mais interessantes. Quando a taxa Selic cai, a renda variável se mostra muito mais atrativa”, explica Mirna. Assim, na medida em que a taxa básica de impostos vem se posicionando num nível mais baixo, os fundos imobiliários se tornam uma opção de renda variável bastante atrativa.

 

Fonte: Exame